Homenagem da Apple a Steve Jobs, que morreu na quarta-feira. (Foto: Reprodução)

A morte de Steve Jobs já está sendo utilizada por criminosos para disseminar golpes pela internet, conforme divulgado por algumas empresas de segurança. Os crackers estão utilizando técnicas de engenharia social para enganar internautas, disponibilizando diversos perfis falsos em redes sociais e sites sobre a morte do co-fundador da Apple.

Segundo a empresa de segurança Sophos, mais de 15 mil usuários de todo o mundo já foram prejudicados.

Uma página criada no Facebook com o nome R.I.P Steve Jobs – já retirada do ar – oferecia 50 iPads da Apple de graça, disponibilizando um link que encaminhava o visitante a outra página falsa, onde, ao preencher um cadastro, a vítima passaria a ter todos seus dados roubados.

Outra técnica, divulgada pela fabricante de antivírus Eset, pede que os internautas contribuam com dinheiro para o funeral de Steve Jobs. Para contribuir, o usuário deveria “comprar uma invenção” de Jobs. Na verdade, todos os dados inseridos são roubados pelos criminosos, podendo causar prejuízos financeiros às vítimas.

Práticas do tipo são comuns após a morte de pessoas importantes, sempre se aproveitando da curiosidade dos usuários. A dica é evitar obter informações ou participar de qualquer página que não seja divulgada pelas páginas oficiais. A Apple, em sua homenagem a Steve Jobs, disponibilizou um endereço de e-mail para que clientes, amigos e fãs enviem mensagens.

Steve Jobs morreu aos 56 anos nesta quarta-feira (5), possivelmente devido a complicações de um câncer no pâncreas.

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Escrito por Giovane Martins

Acadêmico de Filosofia - Licenciatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Bolsista de Iniciação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), sendo membro do grupo de pesquisas Filosofia e Interdisciplinaridade, sob a orientação do prof. Dr. Agemir Bavaresco. Realiza pesquisas nos seguintes temas: Opinião Pública, Democracia e Representação Política. É pesquisador do Centro de Estudos em Filosofia Americana (CEFA), sob a orientação do prof. Dr. Paulo Ghiraldelli Jr., participando do grupo de pesquisa Filosofia e Subjetividade, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), trabalhando com o tema da teoria das esferas do filósofo alemão Peter Sloterdijk. Membro do GT da ANPOF "Semiótica e Pragmatismo" e membro associado da The Richard Rorty Society. Site pessoal: http://www.giovanemartins.com.br/

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